É espantoso que não causem surpresa e reação notícias como as de poucas semanas atrás, dando conta de que a seca deixara sem água parcela considerável da população de Manaus, cidade cercada por rios como o Negro e o Amazonas (O Estado de S. Paulo, Washington Novaes, 14.01.2011).
O movimento de resistência ao projeto do governo federal de construir cinco grandes hidrelétricas nos rios Tapajós e Jamanxim, no oeste do Pará, região central da Amazônia brasileira, ganha uma nova ferramenta de informação.